
Quem sou eu
BEM-VINDOOOOOOOOO
OLÁ, BEM VINDOS TODOS QUE SE INTERESSAM PELOS TEMAS AQUI TRATADOS....
NOSSA META É DISCUTIR ATIVIDADES INFANTIS, TEXTOS DE EDUCAÇÃO E O QUE FOR SUGERIDO...
AH SONHO INFANTIL É UMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR COM ATIVIDADES DESDE FEV/ 2008.
NOSSA META É DISCUTIR ATIVIDADES INFANTIS, TEXTOS DE EDUCAÇÃO E O QUE FOR SUGERIDO...
AH SONHO INFANTIL É UMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR COM ATIVIDADES DESDE FEV/ 2008.
domingo, 11 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Olha que legal esa foto d princesas ...
Boa tare pessoal, pesquisando em busca de novidades para nosso projeto Deixa que eu conto olha q legal que achei: princesas também praticam exercícios físicos. Fica a dica!!rsrrsrsr Beijo até mais.
Tia Valquíria
Tia Valquíria
sábado, 20 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Projeto Deixa que eu CONTO!
É com muito prazer que apresentaremos nesta IV Unidade o Projeto Deixa que eu CONTO. As camisas já estão sendo usadas pelo grupo, em breve postarei fotos das mesmas. Obrigada a cada pai, mãe e responsável que apoia o trabalho. Aguardem e continuem confiando em nosso trabalho.
Lições do conto Peter Pan
Aposto que todos vocês conhecem a historia de Peter Pan ou pelo menos o básico dela que é sobre um menino que não quer crescer, parece ser um conto simples para crianças, mas é muito mais que isso. É um conto pra crianças que esta embutido nela grandes lições para os adultos.
Peter Pan não quer crescer apenas fisicamente, não é tão simples assim a historia deixa claro isso, ele tem todos os sentimentos de uma pessoa adulta, raiva, ciúmes o único sentimento que ele não tem ou não admiti ter é o amor, amor por uma mulher, no caso do conto essa mulher é Wendy. Peter quer viver como criança, sempre com suas aventuras e ter amor por uma mulher acabaria com essas aventuras já que as causas desse amor seriam o casamento e filhos. Agora voltando para a vida real. Quantos Peter Pans nós conhecemos?
Pensando por poucos minutos eu já começo a lembrar de um monte de amigos de todas as idades que tem medo de crescer, medo de se apaixonar e criarem uma família e vivem de aventuras na “Terra do Nunca”, vivem como adolescentes sempre nas baladas, cada dia com uma garota diferente e mesmo se conhecerem uma garota muito especial não assumem com elas nada sério, pois isso implicaria no fim das aventuras juvenis.
De vez em quanto eu até fico a imaginar se eu também não me porto como um Peter Pan, não preciso pensar mais do que um minuto pra lembrar das vezes que troquei um amor por aventuras com total irresponsabilidade e imaturidade pelo simples motivo de ter medo desse amadurecimento.
Todos os Peters da vida real deveriam prestar mais atenção na historia do Peter da ficção. Na historia o que faz as pessoas voarem é o pó das fadas mais os pensamentos felizes e realmente se pensarmos bem os pensamentos felizes quase nos fazem voar. Imagine só você sendo livre pra ir às baladas todos os dias, beber, dançar sem hora pra chegar e ninguém para dar satisfações. Só que quando chegam as suas casas, ai vem à dura realidade do mundo real e os pensamentos infelizes.
-Estou sozinho!
-Não tenho ninguém!
-De que vale tudo isso?
É isso que acabou com o Capitão Gancho na historia também. Quando ele duelava voando pelos ares com Peter Pan, as crianças gritavam que ele estava velho e sozinho e assim começar a repetir. Velho! Sozinho! Velho! Sozinho!
E com esses pensamentos infelizes o capitão Gancho não consegue mais voar e cai no mar, direto na boca do jacaré Tic-tac.
Eu não quero acabar como o Capitão Gancho, caindo ao perceber que estou velho e sozinho e acho que ninguém deveria acabar assim.
Amar, casar e ter filhos também pode ser uma grande e bela aventura.
Peter Pan não quer crescer apenas fisicamente, não é tão simples assim a historia deixa claro isso, ele tem todos os sentimentos de uma pessoa adulta, raiva, ciúmes o único sentimento que ele não tem ou não admiti ter é o amor, amor por uma mulher, no caso do conto essa mulher é Wendy. Peter quer viver como criança, sempre com suas aventuras e ter amor por uma mulher acabaria com essas aventuras já que as causas desse amor seriam o casamento e filhos. Agora voltando para a vida real. Quantos Peter Pans nós conhecemos?
Pensando por poucos minutos eu já começo a lembrar de um monte de amigos de todas as idades que tem medo de crescer, medo de se apaixonar e criarem uma família e vivem de aventuras na “Terra do Nunca”, vivem como adolescentes sempre nas baladas, cada dia com uma garota diferente e mesmo se conhecerem uma garota muito especial não assumem com elas nada sério, pois isso implicaria no fim das aventuras juvenis.
De vez em quanto eu até fico a imaginar se eu também não me porto como um Peter Pan, não preciso pensar mais do que um minuto pra lembrar das vezes que troquei um amor por aventuras com total irresponsabilidade e imaturidade pelo simples motivo de ter medo desse amadurecimento.
Todos os Peters da vida real deveriam prestar mais atenção na historia do Peter da ficção. Na historia o que faz as pessoas voarem é o pó das fadas mais os pensamentos felizes e realmente se pensarmos bem os pensamentos felizes quase nos fazem voar. Imagine só você sendo livre pra ir às baladas todos os dias, beber, dançar sem hora pra chegar e ninguém para dar satisfações. Só que quando chegam as suas casas, ai vem à dura realidade do mundo real e os pensamentos infelizes.
-Estou sozinho!
-Não tenho ninguém!
-De que vale tudo isso?
É isso que acabou com o Capitão Gancho na historia também. Quando ele duelava voando pelos ares com Peter Pan, as crianças gritavam que ele estava velho e sozinho e assim começar a repetir. Velho! Sozinho! Velho! Sozinho!
E com esses pensamentos infelizes o capitão Gancho não consegue mais voar e cai no mar, direto na boca do jacaré Tic-tac.
Eu não quero acabar como o Capitão Gancho, caindo ao perceber que estou velho e sozinho e acho que ninguém deveria acabar assim.
Amar, casar e ter filhos também pode ser uma grande e bela aventura.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Projeto
Projeto : Deixa que eu CONTO!
Nosso projeto literário terá início agora na IV Unidade: trabalharemos as histórias clássicas infantis, tendo em vista os valores que cada conto esconde em si. Por exemplo no conto Cinderela, podemos na rodinha conversar com as crianças sobre o comportamento das irmãs de Cinderelas, interesseiras e queriam ser melhores do que a irmã, mais bonitas, etc. Hábitos e atitudes erradas e consideradas de má fé. Breve postarei atividades para imprimir e fotos do projeto em ação.
Nosso projeto literário terá início agora na IV Unidade: trabalharemos as histórias clássicas infantis, tendo em vista os valores que cada conto esconde em si. Por exemplo no conto Cinderela, podemos na rodinha conversar com as crianças sobre o comportamento das irmãs de Cinderelas, interesseiras e queriam ser melhores do que a irmã, mais bonitas, etc. Hábitos e atitudes erradas e consideradas de má fé. Breve postarei atividades para imprimir e fotos do projeto em ação.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Mensagem para os pais - reflexão
Havia aldeia pequena onde o dinheiro não entrava.
Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a Amizade.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílio, dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos de algodão sem querer nada em troca. As pessoas davam seu CARINHO pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos.
Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas se XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR umas as outras na rua.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi a primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, o que o fez o menino procurou a velha para perguntar-lhe e dizer-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO. A todos que dava CARINHO, apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo...Mais outro...e outro...até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.
Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a Amizade.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílio, dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos de algodão sem querer nada em troca. As pessoas davam seu CARINHO pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos.
Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas se XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR umas as outras na rua.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi a primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, o que o fez o menino procurou a velha para perguntar-lhe e dizer-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO. A todos que dava CARINHO, apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo...Mais outro...e outro...até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.
Aceite
meu floquinho como prova do meu carinho, pois é assim que pretendo
conduzir meu trabalho, neste ano de 2008. Neste ano, quero dividir com
você a responsabilidade de educar.
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